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Eu faço o Esporte ou eu sou usado pelo Esporte?

 
     O esporte escolar, muitas vezes, é um reflexo do esporte competitivo. Este divulgado e incentivado pelos
meios de comunicação, que atendem anseios do mercado consumidor, fortemente ligado ao ideário do
sistema capitalista.
     Devemos entender tais propósitos – que estão postos de forma oculta, o que nos torna passivos e legitimadores desse sistema – para que possamos sair da condição de consumidores passivos e nos tornarmos entendedores da situação. Dessa forma, como podemos observar as intenções da mídia, presentes nas transmissões do esporte? E como entender o que está por trás de tal discurso? Você seria capaz de diferenciar o esporte dito “escolar” daquele esporte veiculado pelos meios de comunicação?

      Quando pensamos em esporte na escola, pensamos diretamente na Educação Física. Esta disciplina tem-se apoiado na prática esportiva como forma de legitimar-se nos currículos escolares. O esporte praticado no meio escolar serve, principalmente, como forma de socialização, mas não é explorado em toda sua potencialidade transformadora. Neste trabalho, procuraremos, por meio de diversos questionamentos, proporcionar maior entendimento a respeito do esporte competitivo: sua origem, evolução, identificação com o sistema capitalista, intenções da mídia presentes nas transmissões, e diferenciá- lo do esporte escolar para ampliar as perspectivas de uma prática pedagógica consciente. Queremos também que você entenda
o que está por trás do discurso da mídia e sua real intenção quando o assunto é esporte.

Evolução do Esporte até a Profissionalização:
     “O esporte que conhecemos hoje é fruto de profundas transformações sociais ocorridas com o advento da chamada Revolução Industrial na Europa dos séculos XVIII e XIX, com origens, sobretudo, inglesas.” (BETTI, 2004, p.17)
     Para entender o processo histórico em que surgiu o esporte, tão apreciado pela sociedade contemporânea, é necessário compreender algumas das transformações sociais que ocorreram naquele contexto. Entre os séculos XVI e XVIII, a sociedade européia era organizada em estamentos, ou seja, a posição dos sujeitos na hierarquia social era definida pelo seu nascimento. As pessoas que descendiam da nobreza tinham direitos e privilégios sociais muito maiores que o povo. Mesmo a burguesia, grupo social que se desenvolveu aos poucos, ao longo daquele período até conquistar o poder econômico, não gozava dos mesmos direitos que os nobres.
     Essa situação passou a ser questionada mais intensamente, no século XVIII, pelos filósofos franceses do movimento iluminista. Estes filósofos opunham-se ao poder absolutista do rei, à intervenção deste na economia, aos privilégios do clero e da nobreza e defendiam a igualdade jurídica, a separação dos poderes e a liberdade econômica. As idéias desses pensadores influenciaram as revoluções que levaram a burguesia a conquistar o poder político, como a Revolução Francesa, ao final do século XVIII, e a organização política contemporânea.
     A burguesia, classe que passou a ter forte influência sobre as demais, utilizava-se da pratica esportiva como forma de normatizar e disciplinar seus próprios filhos, a fim de prepará-los para saber controlar as tensões sociais. Ao mesmo tempo em que essa classe social buscava conquistar o poder político, consolidava-se seu poder econômico por meio da Revolução Industrial. No século XIX, com as reivindicações da classe operária para redução das jornadas de trabalho, os trabalhadores obtiveram acesso a um tempo destinado ao lazer. Mas o que fazer nas horas vagas? Junto a isso, intensificou-se o processo de urbanização que criava espaços públicos. Mas como utilizar esses espaços de forma correta? A classe trabalhadora conquistou, após inúmeros enfrentamentos, a redução da jornada de trabalho e alguns direitos como o sufrágio universal. Estas conquistas preocuparam a burguesia em relação à forma como os trabalhadores poderiam aproveitar o tempo de folga. Isso seria uma poderosa arma a ser utilizada contra ela mesma (burguesia), uma vez que com esse tempo de folga e com os espaços públicos disponíveis para os momentos de lazer, seria fácil a criação de movimentos sociais contra a classe dirigente.

Surgimento do Esporte Espetáculo

     A evolução do esporte até tornar-se “espetáculo” aconteceu de forma “natural”, pois, no sistema capitalista, um fenômeno aceito e incorporado tanto pela classe trabalhadora quanto pela classe dominante não poderia passar despercebido. Assim, o esporte, principalmente depois da Segunda Guerra Mundial, passou a ter conotações mercadológicas. O esporte, na segunda metade do século XX, assumiu grande relevância social. Para muitos praticantes, esse fenômeno representava uma forma de status e, principalmente para as classes menos favorecidas, era o meio mais rápido de ascensão social.
     Os meios de comunicação de massa contribuíram para a divulgação e ajudaram a criar essas “falsas ilusões”, valorizando o esporte e tornando- o uma mercadoria de consumo. Mas você sabe por que aconteceu isto? Para atender aos interesses de quem? Redija suas considerações. Alguns pesquisadores escrevem sobre este tipo de desvirtuamento que o esporte foi submetido. Proni (1998, p. 93), com base nos estudos de sociólogos, argumenta que “(...) antes do domínio da televisão mudanças nas regras, estrutura e calendário foram introduzidos para aperfeiçoar o esporte ou incrementar a assistência das partidas. A partir do momento que o controle econômico se deslocou para a televisão, mudanças foram introduzidas para agradar os telespectadores ou gerar mais receita com propagandas”. Um dos exemplos mais claros seria a questão da exploração da mídia sobre o voleibol, o qual teve suas regras alteradas em favor de interesses da televisão, como no caso da exclusão da “vantagem”, e também a inserção do “tempo da TV” que acontece sempre no oitavo e décimo sexto ponto de cada set. Para maiores esclarecimentos consulte o folhas: A relação entre a televisão e o voleibol no estabelecimento de suas regras. Será que isto também acontece com outros esportes?

O Esporte como forma de Lazer Passivo

     O lazer, inicialmente, tinha por objetivo diminuir as tensões presentes nas longas jornadas de trabalho. Neste contexto, referimo-nos a uma forma de lazer denominado de “lazer passivo”, do qual os meios de comunicação, em especial a televisão, fazem uso com bastante propriedade, tornando os espectadores
em potenciais consumidores da “indústria do lazer”. “O espectador conecta a televisão para desconectar-se...” (ENZENSBERGER 1991, apud LOVISOLO, 2003, p. 247). A televisão utilizada como forma de lazer faz com que o ser humano se desconecte da realidade que o cerca, de seus problemas e viva intensamente esse tempo, o qual expressa um sentimento de “prazer”. Mas que prazer é esse? Será que a televisão proporciona uma forma de alienação? E o telespectador que, nesses casos, encontra-se solitário, participando passivamente, não podendo tecer uma crítica ou reflexão ao que lhe é oferecido? Você toma por verdadeiro tudo que é transmitido nos meios midiáticos? O que terá acontecido no incidente com o Brasil na final da copa da França em 1998? O esporte, dentro desse conceito de lazer, influencia os espectadores para a compra do “espetáculo-esportivo”. Essa relação entre o esporte e o consumismo pode se refletir de diversas formas, tais como:
• Compra de ingressos para assistir um evento esportivo;
• Investimentos de multinacionais em marketing esportivo;
• Matrícula de crianças em escolinhas esportivas com pais influenciados pela mídia;
• Compra de calçados e materiais específicos para a prática esportiva.


A televisão e os meios de comunicação em geral, por influenciarem um grande público com proporções, muitas vezes incalculáveis, tornam- se produtores de verdades, criando crenças, ídolos e divulgando informações pertinentes aos seus interesses. Essa produção de idéias e valores é interpretada pelas pessoas como verdades absolutas, sem que haja uma reflexão crítica a respeito de tais modelos, contribuindo, assim, na formação de uma massa consumidora. Para aprofundar essa discussão, consulte o Folhas “Saúde é o que interessa! O resto não tem pressa!”.

O Esporte na Escola:

     O processo de implantação da prática esportiva no ambiente escolar aconteceu, principalmente, na década de 1970, pois alguns anos antes desse período, poucas equipes nacionais conseguiram resultados expressivos no cenário esportivo internacional. Nesse aspecto, Betti (1991) aponta que: O esporte pareceu também ir ao encontro da ideologia propagada pelos condutores da Revolução de 1964: aptidão física como sustentáculo do desenvolvimento, espírito de competição, coesão nacional e social, promoção externa do país, senso moral e cívico, senso de ordem e disciplina. (BETTI, 1991, p. 161)
     Entendia-se, na época, que para um país destacar-se mundialmente, tanto política como economicamente, era necessário destacar-se também nos esportes. Desse período advém, até os dias de hoje, a implantação do fenômeno esportivo associado à Educação Física escolar.
      Atualmente, a razão de a Educação Física escolar apoiar-se em tal fenômeno está relacionada com a “crença comum de que a participação é um elemento de socialização que contribui para o desenvolvimento mental e social.” (LOY et al, 1978 citado por BRACHT, 1997, p.75). Os resultados obtidos pela política esportiva da ditadura podem ser considerados um desastre quase social.
     Ao utilizar-se do esporte nas aulas de Educação Física, muitas vezes a “(...) escola tende a reproduzir os discursos e soluções apontadas pela mídia. Não promove um diálogo. Apenas reforça a obtenção de informação compacta e fácil em detrimento de uma reflexão crítica. Essa situação gera uma ausência de significados (...)” (Gomes, 2001).
     O esporte escolar deve estar caracterizado como “Esporte Educação” e não como “Esporte na Escola”. Do ponto de vista prático, o esporte não pode ser negado, mas sim utilizado de forma que desperte no aluno interesse e prazer e tenha uma intencionalidade educativa, nunca o jogo pelo próprio jogo. Você não acha mais interessante jogar “com” do que jogar “contra”? Obtenha mais informações sobre esta proposta no Folhas de jogos intitulado “Competir ou cooperar: eis a questão”. A prática esportiva deve propiciar a você uma compreensão mais ampla sobre as relações sociais, às quais, constantemente, somos submetidos. Para que, por meio do esporte, possamos entendê-las de forma mais crítica e autônoma, tornando-nos donos de nosso próprio entendimento.

Referências Bibliográficas:
BETTI, M. Educação física e sociedade. São Paulo: Movimento, 1991.
_____. Violência em campo: dinheiro, mídia e transgressão às regras no
futebol espetáculo. Ijuí: Unijuí, 2004.
BOUDONN, R.; BOURRICAUD, F. Dicionário crítico de sociologia. 2.
ed. São Paulo: Editora Ática, 2004.
BRACHT, V. Educação física e aprendizagem social. Porto Alegre: Magister,
1997.
GALEANO, E. Futebol ao sol e a sombra. Porto Alegre: L&PM, 2004.
GOMES, P. B. M. B. Mídia, imaginário de consumo e educação. In: Revista
Educação e Sociedade, Campinas/SP, v.22, n.74, 2001.
LOVISOLO, H. Tédio e espetáculo esportivo. In: ALABARCES, P. (org.). Futbologías-
fútbol, idetidad y violencia em América Latina. Buenos Aires:
E. CLACSO, 2003.
PINSKY, J., PINSKY, C.B. (orgs). História da cidadania. 2. ed. São Paulo:
Contexto, 2003.
PRONI, M. W. Esporte-espetáculo e futebol-empresa. 1998. Tese
(Doutorado em Educação Física). Universidade Estadual de Campinas,
Campinas, 1998.
RODRIGUES, E.F.; MONTAGNER, P. C. Esporte-espetáculo e sociedade:
estudos preliminares sobre a influência no âmbito escolar. Campinas:
Unicamp, 2004.

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Biblioteca Online de livros de Educação Física

 Link da Biblioteca: http://www.efdbiblioteca.blogspot.com.br/

Galera pra quem precisa de Livros de todas as áreas da Educação Física eis que inaugura a EDUCAÇÃO FÍSICA DA DEPRESSÃO BIBLIOTECA, com inúmeros exemplares dos melhores livros, autores em geral, apesar da biblioteca ainda estar em Fase de CONSTRUÇÃO as categorias são:
  • Alongamento
  • Anatomia
  • Biologia Celular/Molecular
  • Biomecânica
  • Bioquímica
  • Cinesiologia
  • Ed. Física Adaptada
  • Ed. Física Escolar
  • Ergonomia
  • Esportes Coletivos
  • Esportes Individuais
  • Fisiologia do Exercício
  • Fisiologia Humana
  • Geral
  • Ginástica(s)
  • Hidroginástica
  • Histologia
  • Jogos
  • Legislação de Ed. Física
  • Motricidade
  • Musculação
  • Neurociência
  • Nutrição Esportiva
  • Patologias
  • Pedagogia
  • Psicologia
  • Recreação
  • Sociologia
  • Visite-a e bons estudos!

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Street Dance: um desafio para o profissional de Educação Física e para o aluno.


Com passos inteligentes, ritmo envolvente, gírias ousadas e estilo irreverente, o Street Dance fez história e batalha pra continuar na pista.
A vida é feita de ciclos. Nos deparamos com mudanças todos os dias. Na música, isso não seria diferente. As roupas, os penteados, as gírias, tudo se adapta ao novo século, e a música é um dos principais destaques dessas mudanças na sociedade. No entanto, a música não anda sozinha, e sempre está de mãos dadas com a dança. Um dos melhores exemplos sobre essa transformação é quando o assunto é Street Dance, a dança de rua que estourou nos EUA e virou um ícone do mercado musical. Quem não se inspirou ao ver pela primeira vez os passinhos do Michael Jackson ou em ouvir as batidas de James Brown? O Street Dance vinha para ficar. Mas, não ficou.

 

Aonde está o Street Dance?

Atualmente, existem pessoas que são apaixonadas pelas notas fortes e marcantes, mescladas com música eletrônica e intercaladas com a inovação do sampler. Mas e quando essas pessoas decidem aprender a dançar Street Dance? Poucas academias e escolas de dança oferecem o Street Dance em sua programação. O que era febre em 1981, hoje em dia não faz mais tanto sucesso. De acordo com o professor da Bio Ritmo Santana, Anselmo Alves, novas modalidades como por exemplo, a Dança de Salão e o Sh´Bam estão tomando o espaço de danças mais tradicionais e fica difícil para o profissional de Educação Física encontrar material didático sobre Street Dance. “Antigamente, todas as academias davam aulas de Street Dance, diferente de hoje que não se tem mais profissionais especializados na área. De 400 professores é possível encontrar apenas 1 ou 2 especializados na modalidade”, afirma o professor, ressaltando que “com a evolução da música, ritmos e estilos, as novas danças se tornaram o foco nas academias e escolas de dança. Porém, muitos alunos ainda procuram o Street Dance, mas os espaços não estão investindo mais na dança. O professor tem muita dificuldade em achar material didático para montar as aulas. Os DJ’s especializados em produzir conteúdo didático não fazem mais CD’s de Street Dance”.

Anselmo tem mais de 15 anos na área e conta que antigamente as aulas nas academias tinham mais de 50 alunos, hoje, a média é de 30. O motivo, por incrível que pareça, não é a falta de interesse dos alunos, mas sim, o simples fato de se ter menos dias dedicados a modalidade. Menos dias, menos horários, e logo, menos alunos. Antigamente as aulas eram normalmente divididas em módulos: básico, intermediário e avançado. Hoje, por conta dessa desvalorização, o professor tem uma hora de aula para mesclar passos de dificuldade fácil, média e avançada. Existem alguns cursos e escolas de dança para o profissional que pretende se atualizar na área, porém não é comparado a antigamente, que em qualquer esquina havia um espaço dedicado ao Street Dance.

Porém, a modalidade não saiu das pistas de algumas academias, como na própria Bio Ritmo. Todos os anos a rede oferece o Street on Saturday, uma programação especial com aulas inspiradas nos movimentos de black music. Os professores não precisam se preocupar se o aluno está fazendo ou não os passos corretamente, pois o objetivo não é se tornar um dançarino profissional, e sim aproveitar os movimentos mais simples do Street Dance para gerar condicionamento físico e alta queima calórica. “É claro que não exigimos que os alunos façam piruetas no chão, e sim apenas movimentos possíveis dentro dos padrões da academia. As pernas são bastante trabalhadas, assim como abdomen e o glúteo. Além disso, os exercícios são divertidos e variados, o que torna esse evento um sucesso”, afirma Saturno de Souza, diretor técnico da Bio Ritmo.

 

Benefícios do Street Dance

O Street Dance é dividido em categorias, sendo elas: Locking, Brooklyn Rock (Up Rocking), Popping, Boogaloo, B-Boying ou B-Girling (Breaking) e Freestyle.

Através de movimentos intensos, ágeis e sincronizados, que trabalham simultaneamente as pernas, braços, ombros e cabeça é possível criar um bom condicionamento físico e resistência. Porém, essas não são apenas as vantagens da dança de rua, dependendo da intensidade e do organismo, o aluno pode queimar em média de 300 a 600 calorias em 1 hora de aula.

Para Anselmo, o Street Dance é um desafio, tanto para o aluno quanto para o professor, e é capaz de promover vários benefícios corporais e comportamentais. “O Street Dance trabalha algumas habilidades motoras, como a coordenação, equilíbrio e ritmo. Além de desenvolver expressão corporal e conscientização de equipe”, explica o professor, afirmando que “o Street Dance é uma aula desafiadora. Você supera você mesmo. Você supera os seus limites”.




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Dica de Filme: Vem Dançar!




O filme mostra a realidade de uma comunidade, além das dificuldades que o educando vai enfrentar com sua turma. O professor personagem do ator Antônio Bandeiras,  tenta ajudar aos jovens que eram considerados, pelo corpo docente da escola, como delinqüentes sem recuperação, com objetivo o mesmo através da dança, tenta mostrar que a vida é  um conjunto de problemas.

As dificuldades dos jovens não estão restritas ao ambiente da pobreza, e este simbolismo é inserido no enredo através da jovem rica que tem dificuldades de aprender a dançar, mesmo com todo o investimento de seus pais, que são ricos. Para facilitar a obtenção do objetivo, o educador tenta mostrar através do ensino da dança (que representa os conteúdos ministrados aos alunos), que todos temos de superar barreiras, e o aluno através de perseverança pode ultrapassar os seus limites e vencer as dificuldades impostas pela realidade do cotidiano dentro e fora da escola.

O professor usa a dança como método de ensino, ao introduzir sua metodologia ele encontra dificuldade, pois sua turma traz consigo outro estilo de dança. A preparação do professor é de suma importância nessa ocasião o mestre aproveita o conhecimento de mundo do aluno, fazendo assim a junção com o conteúdo elaborado planejado e aplicado por ele.

Os diferentes conteúdos que se apresenta aos alunos exigem esforços de aprendizagem e ajuda especifica. Nem tudo se aprende do mesmo modo, no mesmo tempo nem no mesmo trabalho. Ha uma reflexão sobre o que implica aprender e o que propomos, de maneira significativa.

Vale dizer que nem todos os alunos aprendem da mesma forma e a maneira de se articular dentro da sala de aula é que torna cada conteúdo específico, e os conhecimentos prévios devem ser levados sempre em consideração. Ressaltando a importância sobre o estudo continuo do educador, reforçando o compromisso de aprendizagem que tem com o educando além de tudo não existe uma receita básica, cabe a nos professores descobrir que método usará para um bom desenvolvimento do aluno.
 
Cenas do Filme




 

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Fatores do Envelhecimento e Alimentos Anti-envelhecimento.

Galera, achei muito interessante essa postagem, por nos oferecer informações muito importantes para a saúde, auto-estima e beleza!

Quando estamos velhos?
O envelhecimento pode até ser inevitável, mas o ritmo em que ele acontece não é. O motivo e a maneira como nossos corpos envelhecem ainda estão envoltos em bastante mistério, embora estejamos aprendendo mais a cada ano que passa. Os cientistas, no entanto, acreditam que a idade cronológica tem pouco a ver com a idade biológica, ou seja, o número de velas em seu bolo de aniversário só funciona como um marcador de tempo e, na verdade, diz muito pouco sobre sua saúde.

 

FATORES RELACIONADOS AO ENVELHECIMENTO DA PELE

 

Radiação solar

A radiação solar atua na pele causando desde queimaduras até foto envelhecimento e aparecimento dos cânceres de pele. Várias alterações de pigmentação da pele são provocadas pela exposição solar, como as manchas, pintas e sardas. A pele foto envelhecida é mais espessa, por vezes amarelada, áspera e manchada. Pessoas com pele envelhecida pelo sol têm maior probabilidade de desenvolver câncer e lesões pré-cancerosas.

 

Cigarro

Pessoas fumantes possuem marcas acentuadas de envelhecimento na pele. O calor da chama e o contato da fumaça com a pele provocam o envelhecimento e a perda de elasticidade cutânea. Além disso, o fumo reduz o fluxo sangüíneo da pele, dificultando a oxigenação dos tecidos. A redução deste fluxo parece contribuir para o envelhecimento precoce da pele e para a formação de rugas. Rugas acentuadas ao redor da boca são muito comuns em fumantes.

 

Álcool

O consumo de álcool influi no metabolismo. Altera a produção de enzimas e estimula a formação de radicais livres, que causam o envelhecimento. A exceção à regra é o vinho tinto, consumido moderadamente, que contém flavonóides, que têm ação antioxidante.

 

Movimentos musculares

O movimento repetitivo e contínuo de alguns músculos da face aprofunda as rugas, causando as chamadas marcas de expressão, como as rugas ao redor dos olhos. Já a atividade muscular é importante para o organismo como um todo, tornando a pessoa mais disposta, melhorando seu físico e também a sua saúde.

 

Radicais livres

São uns dos maiores causadores do envelhecimento cutâneo. Os radicais livres se formam dentro das células pela exposição aos raios ultravioleta, pela poluição, estresse, fumo, etc. Acredita-se que os radicais livres provocam a degradação do colágeno (substância que dá sustentação à pele) e a acumulação de elastina, que é uma característica da pele fotoenvelhecida.

 

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Doenças e Atividade Física na Terceira Idade



 
Doenças Comuns na terceira idade
OSTEOPOROSE, SARCOPENIA, SÍNDROME METABÓLICA e OUTROS (Cadernos de Atenção básica, 2006)

OSTEOPOROSE
A osteoporose é definida como uma doença sistêmica progressiva que leva à
     uma desordem esquelética, caracterizada por força óssea comprometida,     predispondo a um aumento do risco de fratura. Força óssea, primariamente, reflete  integração entre densidade e qualidade óssea (NIH Consensus Conference 2001).
Números no Brasil:
10 Milhões de casos
100 mil fraturas de Quadril (por ano)

DENSITOMETRIA
Mulheres acima de 65 anos
Mulheres com deficiência estrogênica com menos de 45 anos
Mulheres peri e pós-menopausa com fatores de risco (um maior ou dois menores, conforme quadro II)
Mulheres com amenorréia secundária prolongada (por mais de 1 ano)
Todos indivíduos que tenham apresentado fratura por trauma mínimo ou atraumática
Indivíduos com evidência radiológica de osteopenia ou fraturas vertebrais

Homens acima de 70 anos
Indivíduos que apresentem perda de estatura (maior do que 2,5cm) ou hipercifose torácica
Indivíduos em uso de corticosteróides por três meses ou mais (doses superiores ao equivalente de 5 mg de prednisona)
Mulheres com índice de massa corporal abaixo de 19kg/m2
Portadores de doenças ou uso de medicações associadas à perda de massa óssea
Monitoramento de tratamento do osteoporose

Prevenção
Alimentação, Sol (vitamina D), Atividade Física. (NIH Consensus Conference 2001)

Tipo de Atividade Física
Treino Contra a resistência (musculação)
Aeróbios com impacto (caminhada, corrida)

SARCOPENIA
Perda de massa Muscular
Perda de Força
Fadiga muscular precoce
Prevenção: Treinamento de força

SÍNDROME METABÓLICA
Diabetes
Hipertensão
Doenças Cardiovasculares
BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE FÍSICA
  Melhor funcionamento corporal, diminuindo as perdas funcionais, favorecendo a preservação da independência
 Redução no risco de morte por doenças cardiovasculares
Melhora do controle da pressão arterial
Manutenção da densidade mineral óssea, com ossos e articulações mais saudáveis
Melhora a postura e o equilíbrio
Melhor controle do peso corporal
Melhora o perfil lipídico
Melhor utilização da glicose

Recomendações do ACSM
- Condicionamento Aeróbio (20’ a 60’ 2 a 5X por semana)
- Força (2 a 3 X por semana)
- Flexibilidade (2 a 3 X por semana)

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Dica de Filme: Gol! O Sonho Impossível

GOL! – O Sonho Impossível é o primeiro filme de uma trilogia que conta a história de um jovem mexicano que sonha em jogar em um grande clube de futebol.
 
 
O personagem principal é Santiago Muñez, um mexicano que quando criança atravessa a fronteira com os pais e o irmão para os EUA. Em Los Angeles, ele joga em um pequeno time chamado Americanitos (no livro) / Los Americanos Jovenes (no filme). Um olheiro inglês um dia assiste uma partida, se encanta com o belo futebol de Santi e consegue um teste para o garoto na Inglaterra. O pai não apoia o sonho do filho, quer que ele continue trabalhando em sua empresa de jardinagem, mas Santiago tem o grande apoio de sua avó, Mercedes.
É com a ajuda dela que ele consegue ir para o teste no Newcastle United. Aos poucos ele vai conquistando seu lugar no time e até se apaixona pela enfermeira do time, Roz, interpretada pela Anna Friel.
O que eu mais gosto nesse filme é ser bastante próximo da realidade. O time é real e vários jogadores participam como eles mesmos. Há uma cena ótima em que Santiago e o astro do time Gavin Harris (que não foi um jogador mesmo) conversam com Beckham, Zidane e Raúl em uma boate. A maioria dos jogadores do Newcastle são atores, mas jogadores de times adversários como Milan Baros e Steven Gerrard marcam presença. Até mesmo o técnico Sven-Göran Eriksson aparece rapidinho.


No DVD, há um making of muito legal com a história da inspiração para o filme e os jogadores famosos que participaram. Também há um documentário sobre futebol na Europa, conta um pouco sobre o Newcastle United e o Real Madrid (na época dos Galácticos Beckham, Zidane, Raúl, Roberto Carlos, tem até o Ronaldo de costas). O ator Kuno Becker diz a lista dos 10 jogadores (+ Santiago) para um vídeo da Adidas, clipe musical, etc.

Veja um trecho do Trailer em Inglês 

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Jogos Lúdicos de Handebol para as Aulas de Educação Física

Objetivo: Iniciar o desenvolvimento de fundamentos técnicos através de atividades lúdicas.
Duração: 50 min
Material: bolas, cones, corda grande, arcos
Faixa Etária: 10 a 12 anos

Aquecimento:

Gol ambulante: os alunos dispostos em duas equipes, sendo que cada equipe deverá eleger o seu goleiro que ficará andando ao redor da quadra (por cima das linhas do handebol ou outras) com um arco nas mãos (elevado).
As equipes deverão trocar passes e tentarão chegar até o seu arco para fazer um gol (jogando a bola através do arco). A outra equipe logicamente não deixará isto acontecer e vai tentar interceptar a bola e começar tudo de novo. Poderão ser colocadas duas bolas. (10 min)

Parte principal:
1 -atividade com grupos de 5 alunos, onde 3 estarão passando a bola entre si enquanto dois serão os "bobinhos", ao tocar na bola , troca o aluno que errou o passe (Passes parabólicos por cima dos defensores não serão válidos).
2- Dois a dois com uma das mãos dadas, os alunos deverão driblar cada um a sua bola, e tentar fazer o colega perder a bola puxando-o ou empurrando-o.
3- dois a dois com duas bolas deverão atravessar a quadra passando uma das bolas com as mãos e outra no chão sendo passada com os pés.
4- Os alunos divididos em dois grupos que ficarão dispostos atrás das linhas de nove metros (um em cada). Cada aluno deverá ter uma bola, e no centro ficará uma bola de medicine ball de 3 kg. Através de arremessos terão que acertar a medicine e fazer com que ela role atravessando uma determinada linha (a ser escolhida pelo professor).
A outra equipe pode também impedir que a bola role através dos seus arremessos, e cada vez que alguma equipe conseguir fará um ponto.

Parte final: Alunos sentados em posições diversas de alongamento e o professor fará um comentário sobre um aspecto do histórico do handebol. Por exemplo: Um dos motivos pelos quais o handebol surgiu foi o fato do prof. alemão Max Reiser criar uma atividade recreativa para as operárias da fábrica da Siemens na Alemanha. Refletir sobre a preocupação com o lazer dos operários já naquela época, coisa que no Brasil começou recentemente.


Outros Jogos Lúdicos de Handebol
 

Caça aos pintinhos
Objetivo: aquecimento lúdico;
Duração: 15 a 20min;
Material: nenhum, quadra ;
Faixa Etária: todas as idades;

Parte Prática: Divide-se o número total dos participantes em grupos com quantidades iguais, ou bem próximo disso. Forma-se uma fila sendo que uma pessoa ficará de frente para ela. Essa pessoa que estará virada de frente para a fila, será o gavião. A primeira pessoa da fila, será a galinha que terá a função de proteger os pintinhos, podendo usar somente os braços "abertos" para espantar o gavião (sem empurrá-lo). Os demais da fila serão os pintinhos que deverão fugir do gavião, porém não poderão se soltar da cintura um do outro, caso isso aconteça, a brincadeira deverá ser reiniciada. O Gavião deverá tentar tocar um dos pintinhos. Uma vez pégo haverá mudança de posição. Repetir até que todos tenham passado por todas as posições.
COMENTÁRIOS: Uma ótima atividade de aquecimento pois possui várias possibilidades de movimentos e ao mesmo tempo envolve o lúdico, tornando todo e qualquer tipo de aque
 

Hand Fest 
Objetivo: interação social
Duração: 40 min
Material: bolas, cones e uma quadra de esportes
Faixa Etária: 11 anos
Aproveitamento: recreação
Dividir a turma em dois grupos. Em cada extremidade da quadra estará um cone. A atividade começa quando a professora autorizar e funcionará da seguinte forma: O grupo A será colocado de forma separada ao grupo B. O grupo que estiver com a posse de bola realizará passes até a zona próxima aos cones e ao atingí-la, tentará equilibrar a bola sobre ele. Vence o grupo que conseguir o maior número de bolas equilibradas dentro do tempo permitido

Handebol Americano
Objetivo: Executar e aprimorar os passes, dibles, arremessos, corrida, movimentos de defesa e começar a vivenciar o jogo.
Duração: 60 minutos
Material: 1 Bola de handebol, 2 bambolês e barbante
Faixa Etária: 12 a 15 anos
1º Parte – Aquecimento 10 minutos. Um aluno será escolhido para começar a brincadeira sendo o pegador, os outros alunos estarão espalhados na quadra, ao inicio da atividade o pegador que estará com duas bolas de queimada nas mãos, deverá encostar a bola nos seus companheiros. Quem for queimado, deverá se juntar ao pegador inicial, os dois darão as mãos (formando uma corrente humana) e continuarão a brincadeira só que agora cada um com uma bola.
A bola sempre ficará na extremidade da corrente humana.

2º Parte – O jogo (a duração de cada jogo se definirá com a quantidade de equipes formadas). Cada equipe será formada por 6 alunos. A equipe terá que trocar no mínimo 5 e no máximo 10 passes, podendo cada aluno permanecer 3 segundos com a bola. Após o 10º passe o aluno será obrigado a arremessar a bola da onde estiver, será gol toda a vez que a bola passar por dentro do bambolê. O bambolê poderá ser pendurado em qualquer parte do gol. É recomendado que cada equipe conte em voz alta, para o professor poder acompanhar e verificar a equipe que ultrapassar os 10 passes.

3º Parte – Final de aula. Desenvolver uma atividade lúdica para acalmar os alunos para a próxima aula. Sugestão de atividade:
Comando de valer - Os aluno estarão distribuídos livremente pelo espaço de frente para o professor. O professor, para iniciar a atividade, dirá “Comando de valer”. A esse comando, os participantes deverão responder com o gesto de balançar suas mãos à altura da cintura. O professor dará novos comandos, os quais deverão ser cumpridos pelos alunos. Porém, sempre que der um comando o professor dirá a própria palavra “comando” antes. Exemplo, “comando nariz”, as pessoas deverão tocar o nariz. Se o professor não disser a palavra comando antes da ordem, esta ordem não deverá ser cumprida pelos alunos, quem cumprir a ordem será desclassificado e se tornará fiscal ajudando o professor a identificar os alunos que vierem a errar. O ultimo aluno que ficar será o vencedor.

Handebol de baliza
Material: 1 bola, bancos ou cadeiras, cones ou latas.
Formação: Dois grupos
Organização: Dois grupos na área de jogo, localizando os bancos sobre as metas (gols), colocar, sobre cada banco, um cone ou uma lata.
Desenvolvimento: O jogo tem início com a troca de passes e arremessos com as mãos entre os grupos, sendo o ponto marcado, a cada cone derrubado com o arremesso. Vence a equipe que conseguir derrubar todos os cones.
Nota 01: O ponto só será validado com a queda total do cone.
Nota 02: A defesa obedecerá a marcação da área de handebol.





Handfut

Material: 1 bola
Formação: Dois grupos
Organização: Dois grupos na área de jogo, definindo um participante para o gol.
Desenvolvimento: Os alunos trocam passes com as mãos entre sua equipe, mas só podendo realizar o gol com os pés ou com a cabeça, concluindo o lançamento.




Jogo dos sete passes
Material: 1 bola
Formação: Dois grupos
Organização: Após a divisão dos participantes em dois grupos, solicitar que os mesmos se espalhem pela área de jogo.
Desenvolvimento: O jogo terá início com a bola ao alto. A equipe de posse de bola, deverá tentar efetuar sete passes, sem que haja interrupção da equipe adversária. A cada sete passes efetuados com êxito, a equipe marcará um ponto, reiniciando assim a contagem.
Nota 01: A contagem dos passes deverá ser efetuada em voz alta e clara.
Nota 02: A cada bola interceptada pela equipe adversária a contagem reinicia do zero.





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Caminhada tem impacto positivo contra depressão



Estudo de universidade escocesa concluiu que caminhar tem efeito contra problema similar ao de formas mais vigorosas de exercício.


      Uma simples caminhada rápida nos arredores de casa pode ter um papel importante no combate à depressão, segundo pesquisadores de uma universidade na Escócia.
      Estudos anteriores já haviam demonstrado que exercícios vigorosos aliviam os sintomas da depressão, mas o efeito de atividades menos árduas ainda não foi analisado em profundidade.
      O novo estudo publicado na revista científica 'Mental Health and Physical Activity' afirma que 'caminhar é uma forma de intervenção efetiva contra a depressão' e tem resultados similares aos de formas mais vigorosas de exercício.
      O estudo da Universidade de Stirling analisou dados de oito pesquisas com um total de 341 pacientes.
saiba mais                                                                                
      'A caminhada tem a vantagem de poder ser praticada pela maioria das pessoas, de implicar pouco ou nenhum custo, e de ser relativamente fácil de incorporar à rotina diária', dizem os autores.
      Os pesquisadores admitem, no entanto, que mais pesquisas precisam ser feitas sobre o assunto. Ainda há questões sobre a duração, a velocidade e o local onde a caminhada deve ser realizada.
Ar livre
      Uma em cada dez pessoas enfrenta depressão em algum momento da vida. Apesar de o problema poder ser tratado com medicamentos, a prática de exercícios é muitas vezes prescrita por médicos como tratamento contra formas mais brandas da doença.
      Adrian Taylor, que estuda os efeitos dos exercícios contra a depressão, os vícios e o estresse, na Universidade de Exeter, disse à BBC que o ponto positivo da caminhada é que todo mundo já faz isso no dia-a-dia.
      'Há benefícios contra problemas de saúde mental como a depressão', afirmou ele.
Ainda não se sabe exatamente como os exercícios ajudam no combate à depressão. Taylor diz que eles podem funcionar como uma distração dos problemas, dando uma sensação de controle e liberando hormônios do 'bom-humor'.
      A ONG de saúde mental Mind diz que suas próprias pesquisas indicam que só o fato de passar tempo ao ar livre já ajuda pessoas com depressão.
     'Para aproveitar ao máximo as atividades ao ar livre, é importante encontrar um tipo de exercício que você goste e que possa fazer regularmente. Tente coisas diferentes, como caminhar, andar de bicicleta, fazer jardinagem ou até nadar na natureza', aconselha Paul Farmer, presidente da ONG.
      'Fazer exercícios junto a outras pessoas pode ter um impacto ainda maior, já que oferece uma oportunidade de reforçar laços sociais, conversar com outras pessoas sobre seus problemas ou simplesmente rir e aproveitar o tempo longe da família e do trabalho. Então, peça a um amigo para se juntar a você.'

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A Hidroginástica


Levando-se em consideração que a "Hidro" é mais um método de condicionamento físico, devemos estabelecer as metas a serem atingidas com esse trabalho.
 
OBJETIVOS GERAIS
- Melhorar as condições cárdio-respiratórias.
- Trabalhar a força e resistência muscular.
- Melhorar a flexibilidade.
- Trabalhar coordenação motora global, ritmo e agilidade.
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Reeducação respiratória (pressão hidrostática).
- Melhorarei postura (conhecimento corporal, equilíbrio e propriocepção).
- Melhorar o relaxamento.
 
BENEFÍCIOS
A "Hidro" vem ganhando mais e mais espaço a cada dia. E não é para menos; além dos benefícios da atividade física em si, podemos aproveitar os benefícios do exercício feito dentro da água. Vejamos alguns deles:
- Auxilia na correção postural, conhecimento corporal e equilíbrio. Boa atitude corporal (pressão hidrostática).
- Auxilia o retorno venoso (pressão hidrostática).
- Auxilia a reeducação respiratória (pressão hidrostática).
- Melhora as qualidades e capacidades físicas, bem como o condicionamento físico geral, aeróbico e muscular (resistência da água).
- Desenvolvendo a boa forma física, proporciona ao indivíduo uma aparência saudável e jovial, diminuindo as probabilidades de doenças.
- Proporciona ao indivíduo maior capacidade de resistência ao stress.
- Auxilia no relaxamento (flutuação, turbulência e temperatura - efeito massageador).
 
VANTAGENS DO TRABALHO COM A HIDROGINÁSTICA
A água é um elemento vital em nossas vidas. Sem água não sobrevivemos. A água é um meio que nos proporciona prazer e relaxamento. Só com o fato de estarmos dentro d'água já sentimos os benefícios que o meio oferece.
A grande vantagem do nosso trabalho é exatamente estarmos nos exercitando na água. Mas vamos citar algumas outras vantagens.
- A movimentação corporal é facilitada pela sustentação (flutuação). O peso corporal é aliviado em aproximadamente 90% dentro d'água (desde que o indivíduo esteja com a água na altura do peito). A água auxilia os exercícios mais difíceis.
- A diminuição do impacto - articulação, músculos e coluna podem ser trabalhados com maior segurança.
- Ambiente descontraído - alunos mais à vontade, relaxados, sem preocupação com a silhueta no espelho, com a roupa que estão usando ou com a falta de coordenação e habilidade. Dentro d'água os alunos não se enxergam direito porque a água fica na altura do peito.
- Melhora a autoconfiança - o indivíduo consegue realizar movimentos dentro d'água que seriam impossíveis em terra. Mesmo aqueles que não sabem nadar podem praticar a Hidroginástica.
- Performance global - a resistência da água atua tridimensionalmente exigindo trabalho da musculatura agonista e antagonista.
- Ausência do desconforto da transpiração (na água perdemos calor por condução).
- A água é um bom condutor de energia.
- Sobrecarga natural: a resistência da água.
- As dores musculares após a "Hidra'' são menos presentes, devido à diminuição sensível do impacto e à pouca utilização de contrações excêntricas.
 
CONCEITO
Uma atividade física em que alcançamos os mesmos benefícios de qualquer outro método de condicionamento físico, sem preocupação com impactos (lesões), sem o desconforto da transpiração e da exaustão, num ambiente descontraído e num meio atrativo: A ÁGUA.
 
DESVANTAGENS
- Trabalho muito subjetivo (pouca pesquisa).
- Difícil avaliação.
- Profissionais mal orientados.
 
PÚBLICO
No início os indivíduos que procuravam a Hidroginástica eram na maioria colunopatas, cardíacos, obesos, idosos, pessoas com problemas de joelhos, tornozelos e aqueles que eram radicalmente contra as atividades muito intensas, como corrida, ginástica aeróbica, etc.
Hoje nosso público é constituído por homens e mulheres sadios, além de jovens e até crianças, todos com muito "'pique".
Até os grandes times de futebol, voley, basquete, etc. já aderiram à Hidroginástica. Seja na recuperação pós-jogo, ou na recuperação de atletas lesionados.
 
ONDE PRATICAR?
CLUBES - As piscinas normalmente são descobertas, os grupos pouco assíduos e a temperatura (clima) instável de algumas cidades "(SP) deixam o trabalho prejudicado. Se a piscina for coberta, o rendimento do grupo será bem maior.
SPA - a Hidroginástica é parte integrante do programa. A grande parte do público do SPA é obeso e a "Hidro" tem uma resposta muito positiva com os obesos.
ACADEMIAS - ideal porque reúne as melhores condições para o nosso trabalho. A piscina é coberta e aquecida. O público é mais assíduo porque paga a mensalidade. Os alunos passam pela avaliação médica. O trabalho do professor é facilitado.
 
PISCINA IDEAL PARA O TRABALHO DA HIDROGINÁSTICA
PROFUNDIDADE: de 1,20m a l,50m. Nestas condições podemos receber alunos com diferentes estaturas e todos trabalharão com segurança. TEMPERATURA: DE 28°C a 31°C. A temperatura da água vai variar de acordo com o local onde vai ser desenvolvido o trabalho (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, etc).
 
AVALIAÇÃO MÉDICA
Nenhum aluno deverá iniciar as aulas de Hidroginástica sem antes ter passado pela avaliação médica da entidade (clube, academia, etc).
Se a academia ou clube não possuir uma estrutura médica satisfatória, é interessante que o professor solicite de seus alunos um exame ergométrico (mulher acima dos 30 anos e homens acima dos 35 anos).
Além destas medidas, os alunos devem preencher também uma ficha de saúde (anamnese), para que o professor conheça mais profundamente a saúde de seus alunos, e possam assim planejar adequadamente suas aulas.

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Os esportes coletivos na Educação Física Escolar


Se bem planejadas, as aulas com esportes coletivos ajudam a ensinar conceitos importantes, como técnicas de modalidades variadas, sua história e a importância do trabalho em equipe.

Além disso, garantem as condições para que todos os alunos tenham acesso ao esporte e, ao praticá-lo, desenvolvam suas competências técnicas e táticas, como também a habilidade de se relacionar em jogos coletivos e de solucionar situações-problema gradativamente mais complexas. Para ajudá-lo, NOVA ESCOLA reuniu as principais dúvidas sobre o trabalho com modalidades coletivas, respondidas a seguir.

1. Há idades mais adequadas para introduzir as diferentes modalidades de esporte?
Não. Todas podem ser trabalhadas com crianças de diferentes faixas etárias, mas é importante fazer adaptações com relação ao esporte oficial. Nas aulas do professor de Educação Física Caio de Campos Busca na EMEB Marina Pires de Araujo, em Itatiba, a 80 quilômetros de São Paulo, a turma do 2º ano usa a rede de vôlei num tamanho compatível com a sua altura e bolas grandes e macias (leia o quadro abaixo). É fundamental garantir que todos conheçam os gestos associados a cada esporte. "É preciso dar condições para que todos avancem em seu tempo", explica Alexandre Arena, do Instituto Esporte e Educação, em São Paulo.

2. O que é essencial ensinar às crianças?
Técnicas, conceitos de saúde e história do esporte. Dentro desses temas, observe o que é mais importante para a turma."Em uma classe com conflitos, deve-se fazer atividades que gerem reflexão sobre o respeito ao adversário", diz Adriano José Rossetto Jr., professor da Universidade Gama Filho (UGF), no Rio de Janeiro.

3. Campeonatos devem ser organizados?
Sim, pois ajudam a trabalhar conceitos como análise tática e trabalho em equipe. Mas nelas deve haver atividades de que todos possam participar, ainda que isso exija adaptações. "Se só existe lugar para as equipes de alto nível em uma competição, então excluiremos a maioria das crianças", afirma Rossetto.

4. Deve-se propor clínicas de aperfeiçoamento?
Depende dos objetivos. Elas farão sentido se forem uma forma de contribuir para que os alunos se aprimorem nos fundamentos de cada prática. O que não vale é direcionar as aulas para o aperfeiçoamento dos naturalmente mais habilidosos. Para eles, a escola deve criar oportunidades no contraturno.

5. Qual é a melhor forma de montar as equipes?
A organização deles deve ser feita de acordo com seus objetivos, mas sempre garantindo grupos heterogêneos: estudantes de diferentes portes físicos, mais e menos habilidosos, meninas e meninos. É essencial que todos vivenciem cada um dos papéis no coletivo para que treinem diversas habilidades. No jogo de futebol, é um erro destacar as meninas sempre para as posições de defesa. "Elas podem defender no primeiro tempo, enquanto os meninos atacam. Porém, no segundo tempo, a situação se inverte", lembra Marcelo Jabu, coautor dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Educação Física. O único cuidado é não delegar essa tarefa às crianças. Elas vão se unir por afinidades e os objetivos da atividade não serão garantidos.

6. Qual deve ser o papel do professor durante um jogo?
É importante observar a partida para avaliar constantemente as atividades desenvolvidas pelos alunos. "Ele deve perceber se a atividade está adequada e se mantém os alunos motivados", diz Rossetto (leia a sequência didática). Também é papel do docente esclarecer regras e mediar conflitos. A função de árbitro, nos jogos, pode ser delegada aos alunos. "Assim, eles refletem sobre a importância de tomar decisões se baseando em regras preestabelecidas e respeitá-las", completa Jabu.

7. Como estudar a fisiologia do esporte na aula?
Os alunos podem identificar as capacidades físicas mais exigidas, como força, resistência, flexibilidade, ritmo, coordenação e velocidade, e que interferem diretamente na realização de determinados movimentos. Por exemplo, ao jogar futebol, as crianças podem ser questionadas sobre o que é necessário para que se saiam cada vez melhor. Nas respostas, a questão da força e da velocidade aparecerá. Você deve levantar essas capacidades com a turma e depois ajudar a construir os conceitos associados a elas.

 

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